Antes de iniciar meu estágio, me reuni com a regente da turma, lembro-me como se fosse hoje, ela me passou os conteúdos que queria que trabalhasse e o horário que a turma estava acostumada a cumprir, dizendo que deveria ser respeitado para não atrapalhar o aprendizado dos alunos.
A princípio fiquei um pouco preocupada, pois seria um pouco difícil cumpri-lo. Agora quase no final do estágio, não sei se ela percebeu, mas tenho trabalhado tudo o que ela me pediu, mas não exatamente como fora estipulado. Por exemplo, ela gostaria que todas as quintas feiras fosse realizada uma produção textual, e nas segundas leitura e interpretação, não cumpri o horário que ela me pediu, mas realizava sempre até mais vezes do que ela pediu as atividades cobradas.
Penso que quando temos objetivos claros quanto ao que queremos não precisamos cumprir horários, as coisas acontecem e fluem naturalmente, em inúmeras possibilidades e oportunidades.
A princípio fiquei um pouco preocupada, pois seria um pouco difícil cumpri-lo. Agora quase no final do estágio, não sei se ela percebeu, mas tenho trabalhado tudo o que ela me pediu, mas não exatamente como fora estipulado. Por exemplo, ela gostaria que todas as quintas feiras fosse realizada uma produção textual, e nas segundas leitura e interpretação, não cumpri o horário que ela me pediu, mas realizava sempre até mais vezes do que ela pediu as atividades cobradas.
Penso que quando temos objetivos claros quanto ao que queremos não precisamos cumprir horários, as coisas acontecem e fluem naturalmente, em inúmeras possibilidades e oportunidades.
2 comentários:
Edinara!!
O teu jogo de cintura fez com que a professora entendesse o teu jeito de dar aula o respeitando. Isso é muito bom, pois mostra que ela está confiando no teu trabalho.
Abraços
Roberta
Oi Roberta, ontem, durante a aula presencial, percebi isso, achei que era uma coisa natural e que estava acontecendo com todas as colegas, mas nfelizmente tem algumas professoras titulares que não estão colaborando...ou não conseguiram deixar a turma em nossas mãos?!
Abraços.
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