domingo, 25 de novembro de 2007

Nossa visita a Bienal estava muito interessante, visitamos o Santander Cultural e o MARGS, onde conhecemos as obras de Jorge Macchi, Francisco Matto e Öyvind Fahlström.
Jorge Macchi nos fez através de suas obras analisar as coisas “cotidianas” de nossa vida que sequer nos damos conta, de uma forma artística muito interessante e envolvente.
Francisco Matto fez uso de várias formas geométricas em suas obras além de cores muito vivas e coloridas e nas diversas totems em madeira, utiliza madeira de demolição para sua construção.
E por fim Öyvind Fahlström o último artista a ser visitado, foi um dos que mais me chamou a atenção por sua forma diferenciada, não sei bem como dizer, talvez, de compor as suas obras, elas retratam os acontecimentos que se passavam à volta do artista, de forma muito crítica. Suas obras parecem histórias em quadrinhos, são muito envolventes e interessantes de serem apreciadas.
Nasceu em São Paulo, mas foi para a Suécia aos 10 anos e acabou ficando por lá, pois eclodiu a II Guerra Mundial e não pode voltar ao Brasil. Suas obras ressaltavam sua consciência política, se opondo às classes de poder e manifestando sua oposição aos atos cometidos enganosamente em favor do povo.
Fico me perguntando se hoje ele ainda fosse vivo (1928-1976) como seriam suas obras e como seria a sua nova representação do mapa mundi, ou ainda como seriam ou teriam sido suas obras se tivesse representado nosso país em alguma delas?
A monitora nos explicou algumas de suas representações e foi muito interessante conhecê-las, outras interpretei da minha maneira, mas elas expressavam críticas a vários acontecimentos.

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